2 de Novembro de 2009

XII Mostra de Actividades da AAPEF
este ano com exposição de fotografia
“Madeira - Trilhos de Alberto Franquinho”

Expo-AAPEF09

Na próxima 3ª feira, pelas 18:00, inaugura a exposição de fotografia "Madeira - Trilhos de Alberto Franquinho", inserida na XII Mostra de Actividades da Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal.

Alberto Franquinho nasceu em Sintra, mas veio viver para o Funchal em 1952. Desde então tem percorrido a Madeira e o Porto Santo de lés a lés e visitado várias vezes as Desertas e as Selvagens.

Aliando o gosto pela fotografia à sua paixão pela natureza, surge agora a possibilidade de nos mostrar algumas imagens do muito que o seu olhar perspicaz admirou nos últimos 57 anos.

Esta exposição estará patente na Galeria do Hotel Porto Santa Maria, abrindo diariamente das 14:00 às 19:00, até 15 de Novembo. Entrada livre.

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Madeira

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Porto Santo

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Desertas

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Selvagens

1 de Novembro de 2009

Amigos do Parque Ecológico do Funchal
em Newsletter da Gulbenkian



Sob o título “Reflorestação e sensibilização ambiental”, o trabalho da AAPEF mereceu um artigo na newsletter bimestral da Fundação Calouste Gulbenkian de Novembro e Dezembro, debruçando-se sobre a actividade que a Associação vem realizando, com relevo para os seus dois projectos que mereceram apoio do Programa Gulbenkian Ambiente.

Para ver esta edição basta clicar em cima na opção Full screen e em seguida avançar ou recuar a página clicando sobre os lados de cada página, quando o cursor toma forma de uma mão com o dedo apontando.

24 de Outubro de 2009

Nova época de plantação

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A Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal iniciou hoje a nova época de plantação de espécies indígenas, que se prolongará até Março de 2010.

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Das 1000 plantas fornecidas pela Direcção Regional de Florestas foram plantadas perto de 700. As restantes vamos plantar no próximo Sábado. Quem estiver interessado em fazer exercício físico aos 1500 metros de altitude e concomitantemente ajudar a recuperação do ecossistema da montanha, pode inscrever-se por e-mail (amigosdoparque@gmail.com) até à próxima Quinta-feira, ou pelo telefone 291783999 na Quarta-feira, das 16 às 18h.

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Hoje jovens e menos jovens plantaram loureiros (Laurus novocanariensis), tis (Ocotea foetens), perados (Ilex perado), teixos (Taxus baccata), uveiras-da-serra (Vaccinium padifolium) e massarocos (Echium candicans) no Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha — propriedade da Associação com uma área de 5,3 ha — e no terreno confinante do Parque Ecológico.

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Antes de iniciarmos a plantação neste terreno do Parque, nas últimas semanas estivemos a eliminar plantas invasoras, trabalho particularmente difícil devido à densidade e ao tamanho dos Ulex europaeus, arbustos espinhosos conhecidos na Madeira por carqueja e por tojo em Portugal Continental.

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Nos próximos seis meses continuaremos a erradicar as plantas exóticas invasoras e a reintroduzir as espécies indígenas. É um trabalho fundamental para que a paisagem entre o Chão da Lagoa e o Pico do Areeiro recupere a biodiversidade e a fisionomia primitiva.

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Não basta criticar o que está mal. É necessário agir para mudar o estado das coisas. Se não é ecologista de alcatifa, junte-se à Associação e venha para a montanha trabalhar.

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28 de Setembro de 2009

Visita de Estudo a São Miguel (Açores)

8º dia (17-06-2009): Percurso pedestre: Lagoas Empadadas » Lagoa do Canário » Vista do Rei » Cumeeiras das Sete Cidades » Lagoa das Sete Cidades » Mosteiros

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Início da subida para as Lagoas Empadadas na Serra Devassa

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Azálea (Rhododendron indicum) – arbusto nativo do Japão

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Gigante (Gunnera tinctoria) – herbácea indígena da América do Sul, invasora em São Miguel

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Ainda a caminho das Lagoas Empadadas

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O nevoeiro dificultou a observação das Lagoas Empadadas

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imagem de arquivo - Se não estivesse nevoeiro seria assim: Lagoa Empadada do Sul (17 de Abril de 2003)

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imagem de arquivo - Lagoa Empadada do Norte (17 de Abril de 2003)

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Caminhando entre as Lagoas Empadadas e a Lagoa Rasa

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Perto da Lagoa Rasa

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O nível da água na Lagoa Rasa estava bastante baixo

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imagem de arquivo - Lagoa Rasa (17 de Abril de 2003)

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Trilho entre a Lagoa Rasa e o topo do Pico das Éguas (873 m), o ponto mais alto da Serra Devassa, também conhecida por Maciço das Lagoas

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Pinheirinho ou musgo-do-mato (Lycopodiella cernua) – feto espontâneo

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Musgão (Sphagnum ssp.) – briófito bastante comum nos taludes húmidos

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Huperzia selago – licopódio endémico dos Açores e da Madeira

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Sinalética na vereda que estabelece a ligação entre a Lagoa Rasa, a Lagoa das Éguas e a Lagoa do Canário

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Descida para a Lagoa do Canário

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Talude húmido, completamente coberto de musgos, fetos e gramíneas

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Cavalinha (Equisetum arvense) – pteridófito nativo duma vasta área, que abrange a Macaronésia, a Europa, o Norte de África e a América do Norte

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Parque da Lagoa do Canário

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Entrada no Parque da Lagoa do Canário

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Angélica (Angelica lignescens) – herbácea endémica dos Açores

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Parque da Lagoa do Canário

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Azálea (Rhododendron indicum) – arbusto nativo do Japão

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imagem de arquivo - Do miradouro do Parque da Lagoa do Canário, quando não há nevoeiro, desfruta-se duma vista soberba da Caldeira das Sete Cidades, com a Lagoa de Santiago, em primeiro plano, e a Lagoa Azul (17 de Abril de 2003)

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Lisimáquia (Lysimachia azorica) – herbácea rastejante, endémica dos Açores

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Descida entre o miradouro e as captações de água

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Por baixo destas lajes corre a água captada na base do talude coberto de musgos e fetos

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Feto-de-pente (Blechnum spicant) – feto indígena da Macaronésia, Norte de África, Eurásia e América do Norte

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Visitando a área das nascentes

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Mimos ou brincos-de-princesa (Fuchsia cv.) – arbusto de origem hortícola

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Azálea (Rhododendron indicum) – arbusto nativo do Japão

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Tentilhão (Fringilla coelebs moreletii) – pássaro endémico dos Açores

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O nevoeiro dificultou a observação da Lagoa do Canário

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Miosótis (Myosotis stolonifera) – herbácea rastejante originária da Europa Ocidental

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Hortênsia (Hydrangea macrophylla) – arbusto indígena da China e Japão

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Painel de azulejos com informação sobre a Lagoa das Sete Cidades

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Painel localizado na Vista do Rei com informação sobre a Lagoa (Caldeira) das Sete Cidades

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imagem de arquivo - Se não estivesse nevoeiro teríamos desfrutado desta paisagem fabulosa desde o miradouro da Vista do Rei (17 de Abril de 2003)

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A distância entre a Vista do Rei e a aldeia, na margem da Lagoa, é de 7 Km

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Início do percurso em direcção à Lagoa das Sete Cidades

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Hortênsia (Hydrangea macrophylla) – arbusto indígena da China e Japão

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Uva-da-serra (Vaccinium cylindraceum) – arbusto endémico dos Açores

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Trilho na cumeeira a Oeste da Lagoa das Sete Cidades

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Hortênsia (Hydrangea macrophylla) – arbusto indígena da China e Japão

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Na estrada em direcção à freguesia das Sete Cidades

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Amoreira (Morus nigra) – árvore nativa da Ásia Central e Ocidental

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Pequeno armazém – Sete Cidades

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Igreja da Freguesia das Sete Cidades

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Secador de milho

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Alameda de criptomérias à entrada da Igreja da Freguesia das Sete Cidades

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O nevoeiro ofuscou a beleza da Lagoa Azul

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Vivenda na parte ocidental da Lagoa Azul

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Percorrendo a margem ocidental da Lagoa Azul

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Patos-reais (Anas platyrhynchos)

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Vivenda na margem ocidental da Lagoa Azul

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Margem ocidental da Lagoa Azul

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Avançando para o túnel das Sete Cidades

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Junto à entrada do túnel que liga a Lagoa Azul à Grota do Alqueive, perto dos Mosteiros

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Saída do túnel na Grota do Alqueive

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Placa com informação sobre a construção do túnel (1930 – 1937)

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Grota do Alqueive

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Girassol (Helianthus annus) – herbácea anual, nativa da América do Norte e Central

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Freguesia dos Mosteiros na extremidade ocidental de São Miguel

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Ilhéus dos Mosteiros

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Invejosa (Echium plantagineum) – herbácea indígena do Sul e Oeste da Europa

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Ponta dos Mosteiros

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Espinafres (Tetragonia tetragonioides) – herbácea rastejante, indígena da Nova Zelândia

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Ilhéus dos Mosteiros


E assim terminou esta visita de estudo. Em jeito de balanço fechamos com uma entrevista a Raimundo Quintal, que passou no programa “Bom Dia Açores” nessa mesma manhã de 17 de Junho.


Pode ver os restantes dias desta visita de estudo clicando nas ligações abaixo: